Coisas que nunca devem ser pesquisadas no Google!

Cuidado com o que vocês pesquisam no Google!!!
Acesse o Google… Clique em “Configurações” e em “Configurações da pesquisa”. Agora procure por: “Filtro SafeSearch” e marque: “Não filtrar meus resultados”! Vá para o fim da página e clique em “Salvar preferências”. Você está pronto para a aventura!

É por conta de vocês em risco, estou avisando!!! A curiosidade mata ein! E o pior é que vocês vão pesquisar! Eu também pesquisei!

Não é vírus, fiquem tranqüilos, mais as pesquisas não são as mais legais!

5º – Pra começar, vai uma coisa não tão chocante porém, grande!. Não digite a palavra Motumbo no Google Imagens. É constrangedor – principalmente se você for do sexo masculino – e do feminino também.

4º – A partir do quarto começa a piorar. Mas uma vez, repito: NÃO SEJA CURIOSO! E nunca digite no Google Imagens, com o filtro desativado, a palavra Fisting.

3º – Depois de ver isso, quase que eu gorfei. Se você tem o estômago fraco, nunca procure por GlassAss.com no Google. Fica a dica.

2º – Pior que GlassAss.com, só mesmo procurar no Google Imagens por Goatse. É nojento!

1º – Agora em primeiro lugar, o pior de todos. Nunca, jamais, em hipótese alguma procure por 2 girls 1 cup no Google. Jamais!

High-Tech nEWS: Especialistas conseguem “hackear” veículos com um notebook

Pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, divulgaram um estudo preocupante sobre a segurança da nova geração de automóveis, equipada com computadores de bordo. Segundo eles, os sistemas dos veículos podem ser “hackeados”, com resultados assustadores.

Em um documento, que será divulgado na semana que vem em uma conferência sobre segurança nos Estados Unidos, os pesquisadores afirmam que simplesmente conectando um notebook à porta padrão de diagnóstico de um carro moderno é possível fazer coisas terríveis, como desligar o sistema de freios, parar o motor, danificar o sistema de som ou de áudio ou mesmo trancar os passageiros dentro do veículo. Isso pode ser uma arma poderosa para atentados, por exemplo.

E isso não é teoria. Os pesquisadores já demonstraram esse tipo de ação no final do ano passado. Foi possível nos testes desligar o motor em movimento e  impedir que o piloto freasse o carro. Para esse experimento, eles deixaram um notebook conectado à porta de conexão vulnerável dentro do carro e usaram um segundo  laptop (com o uso de wireless) para controlar o carro remotamente.

O objetivo da pesquisa não é assustar os motoristas, que já convivem com recalls frequentes. Mas sim alertar os fabricantes que há vulnerabilidades que precisam ser corrigidas. Ou seja, a segurança dos carros precisa ser melhorada, agora que eles incorporam computadores cada vez mais sofisticados. “É um problema para a  indústria automotiva”, destaca o professor da Universidade da Califórnia, Stefa Savage, um dos responsáveis pelo estudo.

Segundo o especialista, no momento é preciso ter conhecimentos avançados de programação, além de contato físico com o veículo da vítima para ganhar o controle dos sistemas de computação de um carro. Mas não deixa de ser um sério risco, principalmente porque a indústria pretende oferecer sistemas cada vez mais integrados com redes wireless e mesmo com a Internet.

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