Skype está disponível para usuários do Outlook.com no Brasil

Conforme o Skype ganha mais e mais popularidade, também crescem o número de maneiras como os usuários podem se conectar, independentemente do tipo de dispositivos ou serviços que preferem. Esta semana a Microsoft anunciou que o Skype para Outlook.com está totalmente disponível em diversos países, permitindo que os usuários rodem o Skype a partir de suas contas do Outlook.com.

 

 

O Outlook.com é o primeiro serviço de e-mail conectado ao Facebook, Twitter, LinkedIn e Google para ajudar a reunir conteúdo relevante e maximizar as comunicações de todas as caixas de entrada dos usuários.

O e-mail é uma ferramenta pessoal e importante para a maioria das pessoas, mas há alguns momentos nos quais você deseja poder falar ao vivo ou bater papo cara a cara. Em uma pesquisa recente da Ipsos Public Affairs, 76% das pessoas disseram que suas conversas de e-mail frequentemente ou ocasionalmente resultam em uma chamada telefônica ou de vídeo – ou por outros meios de comunicação. Esses momentos são perfeitos para o Skype e, agora, a conexão face a face está na sua Caixa de Entrada a apenas um clique.

O lançamento do Skype no Outlook.com é outro exemplo de como o Skype vem suportando a interoperabilidade entre múltiplas plataformas. Nos últimos meses, uma série de anúncios evidenciou essa flexibilidade. Em julho, o Skype chegou a 100 milhões de instalações em Android. O Skype para Linux e o Skype para iPhone e iPad também foram novidades bem-vindas por usuários open source e do sistema iOS.

O Skype para Outlook.com já está disponível no, Alemanha, Brasil, Canadá, França, Estados Unidos e Reino Unido. Se você ainda não tem o Skype para Outlook.com, crie uma conta clicando aqui. Para saber mais sobre esse anúncio, visite o blog do Outlook.

Google Palestina Hackeado

Mirror do ataque: http://zone-h.org/mirror/id/20623377

 

FONTE: http://www.engenhariae.com.br/colunas/site-da-google-palestina-e-hackeado/

A página inicial do Google Palestina sofreu um ataque nesta segunda-feira (26/08), os responsáveis pelo ataque desfiguraram a página para exibir mensagens políticas no maior buscador do mundo.

As mensagens postadas na página se referiam ao fato de o Google Maps mostrar os territórios palestinos como se fossem pertencentes a Israel, em vez de mostrar claramente o nome “Palestina”.

No site, os hackers deixaram uma mensagem: ”Tio Google, nós dizemos oi da Palestina para lembrá-lo que o país no Google Maps não se chama Israel, se chama Palestina”, dizia a mensagem postada. “Pergunta: o que aconteceria se nós mudássemos o nome do país de Israel para Palestina no Google Maps?”, continuava o texto, que mostrava o mapa da região— em seguida, ainda sugeriram que os visitantes escutassem a cantora Rihanna.

Por volta das 17h35, o endereço google.ps levava para uma página que indicava “conta suspensa”. Segundo o siteZDNet, os servidores do Google não sofreram ataque. Os hackers conseguiram sequestrar o domínio do Google Palestina e redirecioná-lo para outro servidor no Marrocos. O domínio, no entanto, continua sob posse do Google.

Em maio deste ano, o Google trocou o nome de sua página inicial dirigida a usuários palestinos de “Territórios palestinos” para “Palestina”. Na época, o governo de Israel pediu ao Google que reconsiderasse sua decisão. Em uma carta enviada ao CEO do Google, Larry Page, o vice-ministro das Relações Exteriores de Israel, Ze’ev Elkin, afirmou que a medida pode minar os esforços para a paz na região.

O status oficial dos territórios palestinos é um assunto polêmico e ainda sem definição. Em novembro de 2012, a Organização das Nações Unidas (ONU) elevou o status da Palestina de “entidade” para “Estado observador não-membro” – medida que teve amplo apoio dos membros da organização, mas sofreu forte oposição dos Estados Unidos e de Israel.

Por mais que os hackers não estejam satisfeitos com a postura do Google sobre a Palestina, a empresa já tomou alguns pequenos passos para o reconhecimento da nação, que disputa territórios com Israel. A própria página do google.ps passou a exibir o nome “Google Palestinian Territories” para “Google Palestine” (de “Google Territórios Palestinos” para “Google Palestina”).

Site da Caixa Economica Federal hackiado

Parece que o final de semana foi bom, além do Flamengo ganhar do Fluminense! Pessoal de uma lista que faço parte divulgou o defacement no site da caixa, que ainda está dando para ser acessado via HTTPS (dia 12/08/2013):

https://webp.caixa.gov.br/urbanizacao/noticia/noticia_exibe.asp?codnot=73

Quem quiser acessar o mirror: http://zonehmirrors.org/defaced/2013/08/11/webp.caixa.gov.br/urbanizacao/noticia/noticia_exibe.asp%3Fcodnot=73

caixainvadida

Lei dos Crimes Cibernéticos entrará em vigor em 02/04/2013

Amanhã (dia 02/04/2013) entrarão em vigor as leis 12.735/2012 e 12.737/2012. Abaixo listo alguns artigos interessantes sobre o impacto das novas leis para os profissionais de segurança brasileiros (especialmente os que fazem pentest e pesquisa de vulnerabilidades) e demais atores que agora passam a estar sujeitos às penas previstas nas novas legislações, que determinam para o crime de invasão de dispositivos – por exemplo – até dois anos de prisão.

Ainda sobre o tema, o site InternetLegal possui uma listagem exaustiva das “Principais Leis Federais sobre Informática, Telemática, Internet” – http://www.internetlegal.com.br/biblioteca/legislacao/\

Fonte:SandroSuffert

Carreira: Cresce a demanda por profissionais de segurança qualificados

Materia da IDGNOW

A demanda por especialistas de segurança da informação nos Estados Unidos e em outros mercados como o Brasil está superando a oferta disponível. No Brasil a carência por esses talentos é um reflexo da falta de profissionais qualificados para atuar em diversas áreas em TI.

Relatório divulgado pela Burning Glass Technologies, empresa americana que desenvolve soluções para comparar as ofertas de profissionais com oportunidades no mercado de trabalho, mostra que a demanda por especialistas em segurança cibernética cresceu 3,5 vezes mais que a procura por talentos de TI em geral e 12 vezes mais do que todos as outras vagas de emprego.

A conclusão da Burning Glass é baseada em um estudo que avaliou ofertas de empregos para os profissionais de segurança cibernética em empresas de diversos segmentos da economia e agências do governo dos Estados Unidos nos últimos cinco anos.

De acordo com a empresa, em 2012 havia mais de 67,4 mil vagas para profissionais de segurança cibernética distribuídas por companhias de diversos segmentos da economia, incluindo empresas de defesa, setor financeiro, saúde, varejo e serviços profissionais. Esse número é 73% maior do que o número das posições ofertados em 2007, segundo a pesquisa da Burning Glass.

Em comparação, o número de ofertas para profissionais de TI de todas as áreas cresceu cerca de 20% entre 2007 e 2012, enquanto as vagas de empregos em geral aumentaram apenas 6% durante o período.

Os dois talentos de segurança mais cobiçados pelos empregadores eram engenheiros de segurança da informação e analistas de segurança.

Uma em cada três vagas ofertadas para profissionais nessa área era para os engenheiros de segurança da informação. Quase 25% das oportunidades foram para analistas de segurança.

Matt Sigelman, CEO Burning Glass Technologies, avalia que a crescente demanda por profissionais de segurança da informação indica que as empresas e agências governamentais estão investindo mais dinheiro e esforço para proteger seus dados contra ataques.

Entretanto, o executivo afirma que a maior preocupação é saber se há oferta de talentos o suficiente para atender a demanda das empresas em razão do aumento de exigências para contratação desse tipo de mão de obra.

Exigência de certificação

Por exemplo, nos últimos dois anos, a maior parte das vagas exige que os candidatos tenham o Certified Information Systems Security Professional (CISSP), que saltou de 19 mil para mais de 29 mil credenciados.

Outra indicação da dificuldade crescente de empregadores norte-americanos de encontrar profissionais de segurança da informação qualificados são os anúncios de emprego. Eles geralmente levam 35% a mais do tempo que normalmente levariam para achar talentos de TI na hora de encontrar especialistas de segurança.

Julie Peeler, diretora da Fundação ISC2, que desenvolve programa CISSP, afirma que não há dúvida de que a crescente demanda está superando a oferta de especialistas em segurança.

Para o próximo ano, a executiva estima que haverá a necessidade de mais 330 mil profissionais de segurança em todo o mundo. O problema é que a quantidade de jovens talentos que estão saiado anualmente da faculdade não atende a demanda do mercado, informa Julie.

Uma pesquisa recente da Fundação ISC2 com cerca de 12 mil profissionais de segurança da informação em todo o mundo constatou que a escassez de talentos nessa área tem gerado impacto dramático sobre a capacidade das organizações de defesa contra ataque ou de se recuperar rapidamente de invasões cibernéticas.

“[A escassez] está causando uma pressão sobre a força de trabalho existente”, diz Julie. “Eles estão tendo que trabalhar mais e mais horas.”

A crescente escassez fez com que os salários para os profissionais de segurança da informação aumentassem em comparação com muitos outros cargos de TI.

De acordo com a Burning Glass, a média de salário para profissionais de segurança da informação em 2012 era 100,7 mil dólares contra 89,2 mil dólares por ano para outros talentos de TI.

Especialistas com certificações de segurança ganham um salário modestamente mais elevado, de acordo com estudo da Burning Glass. Em muitos casos, as empresas exigem essas credenciais como uma maneira de filtrar os candidatos com conhecimento comprovado dos que não são experientes.

“A demanda é alta, mas não há oportunidade para todos”, informa Roger Cressey, vice-presidente sênior da Booz Allen Hamilton.

Embora seja verdade que os empregadores estão procurando mais profissionais de segurança da informação, eles só querem talentos com muita experiência em áreas como a segurança de rede, governança, políticas e procedimentos. “Você tem que ter as habilidades exigidas” afirma o consultor.

Cressey observou que as universidades dos Estados Unidos, hoje, não estão treinando pessoas o suficiente para lidar com a demanda explosiva por especialistas em segurança de TI. A realidade do Brasil não é muito diferente.

Novo tipo de malware para Android ataca computadores com Windows

A Kaspersky revelou há dias que descobriu um novo tipo de malware em aplicações Android que ataca computadores com Windows.

As apps em causa (Superclean e DroidCleaner) foram desenvolvidas pelo mesmo programador (Smart Apps) e supostamente funcionam como um “task killer”, que força o encerramento de aplicações que estejam em memória nos smartphones, melhorando a performance do equipamento.

No entanto, após fazer o que é suposto, estas apps fazem algo mais, e de forma maliciosa e oculta fazem o download de 3 ficheiros (autorun.inf / folder.ico / svchosts.exe) e guardam-nos na raíz do cartão de memória do smartphone.

Quando este equipamento for ligado a um computador com Windows no modo de armazenamento, o Windows vai executar automaticamente o ficheiro autorun.inf, que por sua vez chama o ficheiro svchosts.exe que contém o trojan “Backdoor.MSIL.Ssucl.a”.

Este trojan, que inclui a livraria de audio NAUDIO, activa automaticamente o microfone do computador infectado sempre que é detectado algum som, fazendo a sua gravação e no final da gravação encripta o ficheiro e envia-o para o servidor do programador.

Para além de infectar o computador com este trojan, ambas as apps para Android permitem ainda:

  • Envio de mensagens SMS
  • Fazer o upload de todos os SMS
  • Eliminar todos os SMS
  • Habilitar o Wi-Fi
  • Obter informações sobre o equipamento
  • Abrir links aleatórios no browser
  • Fazer o upload de todo o conteúdo do cartão de memória
  • Fazer o upload de ficheiros (ou pastas) aleatórios para o servidor
  • Fazer o upload de todas as fotos, contactos e coordenadas do equipamento

Trata-se, portanto, de um novo tipo de ataque, que tira partido principalmente dos utilizadores Android que possuem equipamentos de gama baixa e que têm mais tendência a ter problemas de performance nos seus equipamentos e por esse motivo tentam instalar apps que permitam aumentar a performance.

Na pesquisa que efectuei no Google Play não consegui encontrar nenhuma das apps indicadas pela Kaspersky, no entanto, fica o conselho para não instalarem aplicações que supostamente farão o milagre de aumentar o rendimento dos vossos equipamentos.

Fonte:AppsAndroid

Megaupload voltou e oferece 50 GB

É o que Dotcom disse em seuTwitter: O Mega te dará 50 GB de armazenamento gratuitos caso cadastre durante ou depois da estréia do serviço. Quase nenhum outro serviço semelhante de hospedagem oferece o mesmo, com exceção do Mediafire, que também oferece a mesma capacidade de armazenamento gratuitos.

50gbforfreemega

Estreou no sábado (20/01) o seu novo site de armazenamento, batizado de Mega.

O novo portal oferece a seus usuários 50GB de armazenamento gratuito, serviços de e-mails e de nomes de domínios, além de acesso por meio de celular e mensagem instantânea.

Além da afiliação gratuita, o Mega oferece três serviços de armazenamento de entre 400 GB a 8 Terabytes (TB), com preços que vão de 19,99 a 29,99 euros mensais (US$ 26,63 a US$ 39,95).

Para acessar  endereço “https://mega.co.nz/

Segurança online no Super Pop

No dia 12 de dezembro, o programa Superpop (sim, aquele da Luciana Gimenez na Rede TV!) teve uma reportagem especial sobre segurança online (ou, como eles chamaram, “segurança virtual”).

O programa contou com a participação “dos melhores especialistas em segurança virtual” (segundo a Luciana Gimenez), que explicaram quais são as principais ameaças e ofereceram algumas dicas para que as pessoas evitem estes golpes e protejam seus dados na Internet. Também foi discutida anova legislação contra crimes cibernéticos aprovada no Brasil.

Entre eles estavam o Marcelo Caiado, perito, o Dr. Coriolano Camargo (OAB/SP) e alguns outros especialistas (que eu, particularmente, ainda não tinha ouvido falar, como oAnderson Tamborim, o Deivid Sanches, o Edwar Folli, da Poli/USP).

O programa abordou vários tipos de crimes cibernéticos, incluindo roubo de dados de cartões através de chupa-cabras. Também discutiu a privacidade, não só a privacidade online, mas também as questão das imagens captadas por câmeras de segurança.

O interessante no programa é que a Luciana Gimenez e seus convidados fazem perguntas e questionamentos bem simples e objetivos, típicos dos usuários comuns. Por isto, o programa acaba sendo bem interessante e educativo para o público em geral, embora alguns profissionais que atuam na área possam achar ele massante ou simplista. Mesmo para quem trabalha na área, eu recomendo o trecho do programa sobre fraude em cartões e chupa-cabras, pois mostrou alguns equipamentos bem sofisticados.

A maioria dos vídeos tem cerca de 14 minutos cada um.

primeira parte do programa foi focado na questão da privacidade:

VIDEO 01

segunda parte, sobre tipos de ataques e invasões, teve um “especialista de segurança” entrevistado por eles mostrando como um “hacker” consegue invadir, roubar dados e controlar um computador (hum, o cara não soube nem explicar a diferença entre hacker e cracker…).

VIDEO 02

Na terceira parte, a discussão foi em torno dos “Chupa-cabras”, que são os dispositivos utilizados por criminosos para clonar cartões e roubar senhas bancárias. Esta reportagem mostra, inclusive, um vídeo de segurança de uma agência bancária aonde mostra três criminosos instalando um dispositivo chupa-cabra, que simula a frente inteira de um caixa eletrônico, em menos de um minuto.

VIDEO 03

Na quarta parte do programa, foi entrevistado um perito criminal para mostrar em como é feito a recuperação de dados para rastreamento de ciber crimes. E falou um tempo sobre paparazzis (só não me pergunte o que isso tem a ver com o tema do programa…).

VIDEO 04

Em seguida, discutiu-se como é possível roubar dados dos internautas, com a participação de uma pessoa não identificada que mostrou como é fácil fazer isso, roubando a senha de um e-mail da produção e acessando o computador remotamente. O engraçado foi quando perguntaram “E se o computador tivesse desligado, ele também faria isso?” – mais uma amostra de como os usuários leigos ficam em dúvida e com medo quando o assunto é segurança.

VIDEO 05

VIDEO 06

Facebook apresenta novo sistema de busca social

Nesses últimos dias que se passaram, oFacebook  prometeu novidade e inclusive marcou um evento para anunciar a mesma. Surgiram rumores de que a empresa de Zuckerberg estava a preparar ummotorde busca, semelhante ao Google e Bing e que disputaria com os dois, porém, não é bem por ai. Se trata de um buscador, mas não como o da Microsoft ou do Google.

Mas o que é exatamente esse sistema de busca social? 

Mark Zuckerberg fez uma palestra para mostrar o que exatamente é o novo recurso da empresa. Mas como vocês, leitores, não estavam lá, fiquem tranquilos, oFacebookpreparou um vídeo introduzindo ao público o que é este novo recurso.

Imagem de Amostra do You Tube

Esse sistema de busca se chama Graph Search e com ele tudo fica mais fácil. Por exemplo, saber qual de seus amigos gosta de determinada coisa, como comida, filme, esporte, e assim vai. Basta digitar no buscador “Amigos que gostam de ______”, lembrando que é só preencher o espaço vazio com algum interesse seu. Também é possível se informar sobre pessoas que você não conhece, e para isto, basta digitar “Pessoas da minhacidadeque gostam de ______”, assim o Graph Search pesquisará e lhe entregará os resultados que deseja.

Já é possível usar o recurso?

Ainda não esta disponível para todos, portanto, o Facebook esta dando umaoportunidadepara usuários que entrarem na lista de espera. Caso queira entrar na lista, bastaclicar aqui  e em seguida no botãoEntrar para a Lista de Espera.

ListadeEspera

Como você pode ver na imagem acima, o Graph Search não esta disponível no nosso idioma, então você terá de usa-lo eminglês, caso seja escolhido para isso.
Fonte: Infomaniaco